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Por que BI deveria significar “Business Information” e não “Business Intelligence”
Momento |
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| Por Estela Quiaratto Brandão | ||||
| 02 de julho de 2008 | ||||
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Para as empresas que prestam consultoria relacionada ao auxílio para tomada decisão, um dos principais desafios enfrentados nos clientes é encontrar as informações necessárias para estudá-las e extrair conclusões que demonstrem real valor a partir de então. Em nossa experiência no relacionamento com clientes, observamos que cerca de 25% do tempo das pessoas responsáveis por decisões são gastos em decodificação de dados. De um modo geral, as empresas têm seus dados armazenados em diferentes locais e formas que, de acordo com a área, ficam centralizados com os responsáveis por determinado setor, o que aumenta a dificuldade de uma análise global e centralizada. Existe um GAP entre querer tomar decisões embasadas em fatos e colocá-las em prática, justamente por conta das dificuldades técnicas em se analisar as informações da organização. Como agrupar os dados de faturamento, relacionar com as informações referentes a pedidos e estoque, por exemplo? Os softwares de BI solucionam este problema, criando bases de dados completas com informações unificadas. Uma ordem racional e normalmente utilizada para o desenvolvimento do processo de decisão pode ser a seguinte: Implantação dos ERP’S e utilização de BI’s. Nesse modelo usual, falta a incorporação da Inteligência Analítica. Os ERP’s são soluções que, a partir da automatização dos processos burocráticos, agem como ferramentas “construtoras” da informação de qualquer empresa. Eles ajudam a compor uma base uniforme de dados concentrando-os e armazenando-os. Não adianta ter uma aplicação tecnológica ótima se não houver informações disponíveis com as quais trabalhar. Já os softwares de BI são grandes instrumentos organizadores e moldadores e oferecem uma interface dinâmica e tecnologicamente atrativa para que os responsáveis envolvidos no processo decisório possam navegar. Para tanto, é necessária uma base integrada (data warehouses), oriundos preferencialmente de um ERP, pois assim maximiza-se a confiabilidade da informação. O BI age, na prática, como um elemento que viabiliza a liberdade analítica ao tomador de decisão, pois o mesmo não dependerá mais dos profissionais de TI para gerar os relatórios que contenham informações importantes para alavancar as decisões da empresa. Anterior - Próximo >> |
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