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As profissões que mais tiveram aumento salarial em 2009 PDF Imprimir E-mail
Por Luciana Robles   
13 de janeiro de 2010

ImageEducador social, auxiliar comercial e biólogo estão no topo da lista, segundo levantamento da Catho Online. Pesquisa revela ainda que as mulheres continuam ganhando menos que os homens em todas as áreas e níveis profissionais.

Uma pesquisa realizada pela Catho Online com mais de 166 mil profissionais traçou o perfil salarial de 1700 cargos. O estudo comparou informações de outubro de 2008 com outubro de 2009 e revelou que as áreas que registraram o maior crescimento no período foram Responsabilidade Social (19,7%), Comércio – Filial (14,6%), Medicina Clínica (12,2%), Engenharia Elétrica / Eletrônica (12,1%) e Comércio – Regional de Vendas (11,9%). A relação entre qualificação profissional e remuneração também foi avaliada na pesquisa.

Áreas que mais cresceram no último ano

Crescimento

Responsabilidade Social

19,7%

Comércio - Filial

14,6%

Medicina Clínica

12,2%

Engenharia Elétrica / Eletrônica

12,1%

Comércio - Regional de Vendas

11,9%

Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola

11,4%

Instituições Financeiras - Mercado

11,1%

Técnicos Operacionais

11,0%

Engenharia da Qualidade

11,0%

Comércio Internacional

10,6%

Fonte: Pesquisa Salarial Catho Online

Dentro das áreas que registraram os maiores aumentos, os cargos de destaque foram os de educador social, auxiliar comercial e biólogo. “Os maiores aumentos estão na área de responsabilidade social. Isso é um indicador a mais de que essa área tem tido cada vez mais atenção por parte das empresas no Brasil”, afirma Marco Soraggi, diretor da Pesquisa Salarial da Catho Online.

A pesquisa identificou ainda a diferença salarial dos profissionais de qualificações diferentes, mas em mesmo nível de cargo. Em todos os casos, profissionais com maior bagagem educacional têm em média remunerações cerca de 101% maiores.

O levantamento apontou ainda que pode passar de R$ 5 mil a diferença de salário entre profissionais de mesmo nível hierárquico que falam inglês e aqueles que não dominam a língua. Segundo o levantamento, a maior diferença está entre os cargos mais altos – um diretor que fala inglês ganha, em média, R$ 15 mil, contra uma média salarial de R$ 20 mil entre os profissionais fluentes na língua.

Outro dado apontado pela pesquisa revela que as mulheres continuam ganhando menos que os homens em todas as áreas e níveis profissionais. A diferença maior também está no cargo de diretoria.


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