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War Room: ferramenta de Inteligência Econômica e Coletiva PDF Imprimir E-mail
Por Luciana Robles   
03 de novembro de 2009

ImagePara Yves-Michel Marti, um dos pioneiros em Inteligência Econômica no mundo, War Room auxilia na identificação de informações relevantes e na organização das fontes primárias da empresa.

Para que serve o War Room? Para Yves-Michel Marti, um dos pioneiros em Inteligência Econômica e conselheiro pessoal de vários presidentes de empresas multinacionais com faturamento anual acima de US$ 10 bilhões, trata-se de uma ferramenta robusta e que pode trazer informações relevantes para a geração de ações, vantagens competitivas e lucro para a empresa.

Durante o Scip Latin America Competitive Intelligence Summit, evento realizado pela Scip e pela IBC em São Paulo, Marti explicou que o War Room é um ótimo meio para aplicar o processo de Inteligência Econômica na conquista de grandes clientes, liderança de mercado, aquisições, desenvolvimento de novos negócios, penetração em novos mercados, recuperação de GAPs de tecnologia e obtenção de vantagens de custos.

Isto porque, de acordo com o especialista, as empresas sofrem de alguns problemas decorrentes, como: os objetivos passados pela diretoria são considerados impossíveis pelos funcionários operacionais; os gerentes e colaboradores operacionais se sentem afastados das decisões estratégicas, e muita força é desperdiçada na obtenção de informações e análises que não são compartilhadas ou reutilizadas.

“O operacional geralmente fica longe da área estratégica“, diz Marti. “E um dos princípios do War Room é justamente juntar as diferentes áreas da empresa, tanto diretoria quanto operacional, e formar uma equipe, um verdadeiro time, eliminando as barreiras de diálogo e firmando um objetivo comum”, ressalta, acrescentando que assim a empresa consegue estruturar e ter um efetivo aproveitamento de suas fontes internas.

Na aplicação do War Room, o especialista explica que as informações devem ser estruturadas, o processo de inteligência deve ser interativo com toda a equipe da empresa, e é preciso mostrar as zonas de ignorância, ou seja, os pontos cegos. “Geralmente a gente dá valor apenas ao conhecimento, mas identificar as falhas é muito importante”, adverte.

 
 


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