|
O que falta aos profissionais de Inteligência Competitiva?
Inteligência |
|
|
|
| Por Luciana Robles | |
| 03 de novembro de 2009 | |
|
“Grande parte das atividades dos profissionais de Inteligência Competitiva nada tem a ver com Inteligência; está relacionada à informática, pesquisa, mas não com a construção da estratégia”. A afirmação foi feita pelo Dr. Ben Gilad, presidente e fundador da Academy of Competitive Intelligence e um dos maiores nomes do mundo em IC, durante o Scip Latin America Competitive Intelligence Summit, evento realizado pela Scip e pela IBC em São Paulo. Para o especialista, o profissional só consegue desenvolver estratégias eficientes se conhecer, em profundidade, as necessidades e a realidade de sua empresa. “Se você está só coletando dados, não está fazendo nada”, afirma Gilad. Por isso, ele explica que o profissional deve sempre se perguntar: 'Onde está o meu impacto?' 'Eu estou fazendo trabalho de bibliotecário, colhendo dados somente?' Eu influencio o pensamento do tomador de decisão?' 'Participo das reuniões de Inteligência da minha empresa?'. “O profissional de Inteligência deve fazer suporte a vendas, benchmarking, Inteligência de Produtos, responder as questões da diretoria, analisar a concorrência, fazer boletins”, diz Gilad. “Só que tudo isso, um bibliotecário também é capaz de fazer. Por isso, a Inteligência deve trabalhar sempre com a estratégia do negócio”, ressalta. E para servir estrategicamente à organização, uma das formas indicadas por Gilad é o 'Early Warning Process', ação que visa identificar perigos ou oportunidades para o negócio. “É uma ação importante, já que a surpresa não é inevitável, é simplesmente fechar os olhos. A diretoria tem uma 'parede', os banqueiros e outros aconselham, mas nós somos aqueles que mostram a realidade”, defende. Ou seja, para Gilad cabe ao profissional de IM mostrar não somente os dados do mercado ou as informações que os tomadores de decisão pedem, mas sim as que ele precisam para direcionar os negócios. Reportagens e Notícias Relacionadas:
Reportagens e Notícias Recentes:
Reportagens e Notícias Anteriores:
|
O aumento da interatividade dos usuários de internet está mudando a forma como as empresas estão se comunicando com seus clientes. Isso porque, a cada dia, os consumidores ampliam seu hábito de fazer buscas online sobre produtos e serviços, antes de efetivarem suas compras.
Um incidente destas proporções afeta não somente a empresa, mas consumidores, investidores, fornecedores e canais de distribuição. No entanto, algumas estratégias podem conter uma crise de imagem empresarial. É sobre o que fala Marcos Morita, professor do Mackenzie.