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Home Ponto de Vista Big Data e Analytics: o segredo está nas perguntas

Big Data e Analytics: o segredo está nas perguntas

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Enganam-se os que entendem o Big Data, em especial a tecnologia Analytics, como algo estático, padronizado e imutável. 

O Big Data está em alta. Esse fenômeno tecnológico ocupa cada vez mais espaço em discussões de mercado, em eventos do segmento de Tecnologia da Informação e, claro, nas salas de reunião de companhias de diversos setores. Antes restrito à pauta dos CIOs e gestores de tecnologia das grandes corporações, o Big Data tem rompido fronteiras para se tornar aliado de áreas como Marketing e Vendas. Não é de se admirar.

Uma tecnologia como essa, capaz de provocar impactos organizacionais notáveis, transformando imensos volumes de dados desestruturados em informações estratégicas, haveria de despertar o interesse e os investimentos de quem não tem tempo a perder.

O Big Data, hoje, encurta distância entre os dados e os usuários e reduz o acúmulo de trabalho da TI. Não há mais longas esperas e planilhas ininteligíveis. A informação é, enfim, democratizada e está ao alcance daqueles que a procuram.

Engana-se, porém, os que entendem o Big Data, em especial a tecnologia Analytics, como algo estático, padronizado e imutável. Um erro comum, que pode custar a uma companhia a frustrante percepção de ter em mãos um mundo de dados, sem saber o que fazer com eles ou entender quais dentre essas informações são valiosas a seu negócio.

Em recente estudo realizado pelo SAS, apenas 12% das empresas que já possuem o Big Data afirmaram contar com uma estratégia de negócios clara e definida para otimizar o potencial dessa tecnologia. Além disso, segundo os mesmos entrevistados, 9% acreditavam que a qualidade dos dados disponíveis para análise ainda é extremamente ineficiente. Estudos do IDC (International Data Corporation) corroboram esses indicadores e mostram que atualmente menos de 1% dos dados potenciais que poderiam ser analisados pelo Big Data são aproveitados pelas companhias.

O que há de errado neste cenário? Qual seria, então, o melhor caminho para efetivamente tornar o Big Data um divisor de águas para uma organização?

O segredo do Big Data está nas perguntas certas. É nas questões endereçadas pelos decisores a seus próprios negócios que está a chave para o sucesso no uso dessa ferramenta. O que é, afinal, Big Data e Analytics para a minha empresa? Quais são as minhas necessidades e como é possível utilizar os benefícios dessa tecnologia para suprir estas demandas?

O Big Data deve ser relativizado. Precisa ser repensado, customizado, construído e adaptado pelas companhias. Eles devem ser moldados de acordo com a estratégia de cada empresa. Pesquisa recente da IDC aponta que 31% das companhias que atuam no Brasil têm problemas graves em suas operações e que poderiam ser resolvidos com o uso de inteligência analítica. Entretanto, 43% das empresas estão avaliando ou já investiram em Big Data.

O momento é favorável, o mercado está em expansão a cada dia. Estima-se que, apenas em 2013, o Big Data deverá movimentar 11 bilhões de dólares em todo o mundo. Deste volume, 258 milhões apenas no Brasil.

Estamos falando da terceira plataforma, da velocidade somada à inteligência analítica, do uso inédito da correlação de dados como o grande diferencial no processo de tomada de decisão. Estamos lidando com novas perspectivas, sistemas e soluções com maior assertividade, navegabilidade e uma interface absolutamente amigável. É uma ruptura, uma nova forma de se fazer negócios. Tudo isso impulsionado pelo fenômeno Big Data. Uma verdadeira revolução, que está apenas começando.

*Marcos Pichatelli é Gerente de Produtos de High-Performance Analytics do SAS.

 

 

 

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1) Durante uma reunião, necessito fazer uma observação sobre um comentário de um interlocutor. Minha primeira atitude é:
Esperar o interlocutor terminar de falar e aí sim eu faço meus comentários;
Pedir uma pausa e fazer meus comentários em cima do que foi dito;
Esperar o melhor momento para fazer os meus comentários;
Fazer meus comentários prontamente;

2) Decido tudo porque tenho uma ótima capacidade de percepção e expressão:
Raramente;
Muitas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

3) O acionista principal não compareceu à reunião de apresentação do "Projeto" de sua responsabilidade. Qual a sua postura diante da ocorrência:
Tenta remarcar a reunião, entendendo que a participação dele é imprescindível;
Toca a reunião com os demais, lamentando a ausência do acionista;
Busca compreender a situação e solicita uma outra opinião antes de prosseguir;
Considera importante rever a continuidade da reunião;

4) Quando sou contrariado em alguma opinião de valor, costumo ter o seguinte comportamento:
Fico calado e não deixo transparecer para os demais que não gostei;
Procuro entender a opinião diferente e contesto com meus argumentos;
Procuro saber se mais pessoas na reunião pensam daquela maneira e aí sim coloco a minha opinião sobre o mesmo assunto;
Dificilmente sou contrariado em alguma opinião de valor;

5) Argumentos embasados na hora da negociação são fatores determinantes para o fechamento:
Raramente;
Muitas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

6) Se o interlocutor gesticula muito enquanto fala, tenho dificuldades de identificar o que está sendo dito:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

7) É sua 1ª reunião com a equipe que aprovará seu Projeto. Um dos participantes demonstra total desinteresse no Projeto. Sua atitude primeira é de:
Pedir-lhe a atenção, já que é o único desinteressado;
Saber as razões do seu total desinteresse;
Convidá-lo de maneira educada a participar junto de sua equipe;
Desconsidero o desinteresse e prossigo na apresentação;

8) Demonstro entendimento sobre o que está sendo tratado através de sinais afirmativos:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

9) Após uma apresentação de duas horas referente a um Projeto, não tenho certeza se todos os participantes compreenderam. Minha atitude é:
Solicitar aos participantes falarem dos tópicos para me certificar da compreensão;
Lançar algumas perguntas pertinentes ao assunto checando a compreensão;
Se ninguém tem perguntas é porque entenderam todo o Projeto;
Perguntar sobre os tópicos que considero mais difíceis de entendimento;

10) Gosto mais de Falar do que Ouvir:
Raramente;
Muitas Vezes;
Quase sempre;
Sempre;

11) Uma reunião é interrompida bruscamente, você estava expondo um Projeto de grande impacto para o negócio, como conduz:
Aproveito a interrupção e faço um momento de 'lazer';
Continuo a reunião após a interrupção sem falar no assunto;
Fico constrangido sem saber exatamente o que fazer;
Considero que meu tempo terminou;

12) Costumo me concentrar nos pontos principais da negociação e procuro anotar o que não compreendi:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

13) Se alguém conversa com você e não olha diretamente nos olhos fica com a impressão que:
O interlocutor pode ser mentiroso;
Ele certamente tem medo;
Ele pode ser tímido;
Nem penso sobre isto;

14) Gosto mais de fazer perguntas do que dar respostas:
Raramente;
Muitas Vezes;
Quase Sempre;
Sempre;

15) Quando os argumentos são mais importantes que os fatos:
Nunca;
Às Vezes;
Frequentemente;
Raramente;


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