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Home Análise Setorial Sustentabilidade na prateleira

Sustentabilidade na prateleira

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Pesquisas indicam que cerca de 60% dos consumidores estão dispostos a pagar mais 10% por produtos sustentáveis.

As pesquisas mostram que os consumidores prefeririam produtos sustentáveis e estariam até dispostos a pagar mais, porém, muitas vezes, esta tendência não é concretizada. Analisando a questão do ponto de vista do consumidor, identificamos que faltam informações para que o desejo seja transformado em ação. Os principais problemas observados são:

1. O fabricante não comunica corretamente sua responsabilidade socioambiental e o consumidor não consegue identificá-la. É vital demonstrar o comprometimento genuíno com práticas sustentáveis. Segundo pesquisa Penn, Schoen & Berland Associates (PSB) de 2010, 95% dos brasileiros disseram ser importante ou muito importante comprar produtos de uma empresa “verde”. Assim, ter fábricas e lojas verdes, com custos operacionais reduzidos, com baixo impacto sobre o meio ambiente e produzindo produtos sustentáveis e saudáveis é a direção que as empresas devem seguir. Infelizmente, o que temos visto é que a maioria tem preferido se mostrar verde a partir de ações periféricas e não endógenas.

2. Produtos e serviços são apresentados como sustentáveis mas faltam comprovações críveis. O consumidor não tem tempo para descobrir se um produto é ou não é socioambientalmente amigável. Isso faz com que as rotulagens de produtos e serviços sejam cada vez mais importantes para ajudá-lo na identificação de produtos sustentáveis. Procure ter seus produtos com selos respeitados no mercado como, por exemplo, o CERFLOR, o CONPET, o Procel, o FSC, o EcoCert, o IBD e o Selo SustentaX.

3. Comunicação nem sempre responsável. Muitas vezes, as empresas acabam praticando maquiagem verde, isto é, insistem em criar uma imagem de ambientalmente responsável usando estratégias completamente equivocadas, chegando a transformar em verdes produtos (ou ações) que não o são, oferecendo produtos ditos “neutralizados”, mas que podem fazer mal à saúde; embalagens recicláveis e, muito comum, produtos importados sem responsabilidade socioambiental comprovada. Assim, é importante ter uma comunicação responsável, atenta ainda às diretrizes do CONAR para a publicidade com apelos de sustentabilidade. Infelizmente, o que temos visto é um despreparo das agências de publicidade para ajudarem seus clientes a terem um diferencial competitivo via uma comunicação responsável, transparente e que gere a confiança que irá levar à fidelização.

4. Falta de auxílio na hora da compra. Percebe-se que nas lojas é, praticamente, inexistente a ajuda aos consumidores através de dicas e orientações detalhadas sobre os produtos, inclusive com comparativos que ajudem os clientes a evitar gastos desnecessários e desperdícios. Oferecer informações que permitam o cliente a tomar a melhor decisão de compra faz a diferença para estreitar a relação de confiança. Colaborar com o consumidor na hora da compra aumenta á fidelização. Infelizmente, as informações que os consumidores recebem nas lojas estão longe de agregar valor para eles.

As pesquisas indicam que algo como 60% dos consumidores estão dispostos a pagar mais 10% por produtos sustentáveis e 95% deles gostariam que o setor varejista somente colocasse nas prateleiras produtos socioambientalmente responsáveis. Que tal irmos na direção dos atuais interesses manifestados pelos consumidores?

*Newton Figueiredo é fundador e presidente do Grupo SustentaX, que desenvolve, de forma integrada, o conceito de sustentabilidade empresarial, ajudando as corporações a terem seus negócios mais competitivos e sustentáveis, identificando para os consumidores produtos e serviços sustentáveis e desenvolvendo projetos de sustentabilidade para empreendimentos imobiliários

 

 

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Esperar o interlocutor terminar de falar e aí sim eu faço meus comentários;
Pedir uma pausa e fazer meus comentários em cima do que foi dito;
Esperar o melhor momento para fazer os meus comentários;
Fazer meus comentários prontamente;

2) Decido tudo porque tenho uma ótima capacidade de percepção e expressão:
Raramente;
Muitas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

3) O acionista principal não compareceu à reunião de apresentação do "Projeto" de sua responsabilidade. Qual a sua postura diante da ocorrência:
Tenta remarcar a reunião, entendendo que a participação dele é imprescindível;
Toca a reunião com os demais, lamentando a ausência do acionista;
Busca compreender a situação e solicita uma outra opinião antes de prosseguir;
Considera importante rever a continuidade da reunião;

4) Quando sou contrariado em alguma opinião de valor, costumo ter o seguinte comportamento:
Fico calado e não deixo transparecer para os demais que não gostei;
Procuro entender a opinião diferente e contesto com meus argumentos;
Procuro saber se mais pessoas na reunião pensam daquela maneira e aí sim coloco a minha opinião sobre o mesmo assunto;
Dificilmente sou contrariado em alguma opinião de valor;

5) Argumentos embasados na hora da negociação são fatores determinantes para o fechamento:
Raramente;
Muitas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

6) Se o interlocutor gesticula muito enquanto fala, tenho dificuldades de identificar o que está sendo dito:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

7) É sua 1ª reunião com a equipe que aprovará seu Projeto. Um dos participantes demonstra total desinteresse no Projeto. Sua atitude primeira é de:
Pedir-lhe a atenção, já que é o único desinteressado;
Saber as razões do seu total desinteresse;
Convidá-lo de maneira educada a participar junto de sua equipe;
Desconsidero o desinteresse e prossigo na apresentação;

8) Demonstro entendimento sobre o que está sendo tratado através de sinais afirmativos:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

9) Após uma apresentação de duas horas referente a um Projeto, não tenho certeza se todos os participantes compreenderam. Minha atitude é:
Solicitar aos participantes falarem dos tópicos para me certificar da compreensão;
Lançar algumas perguntas pertinentes ao assunto checando a compreensão;
Se ninguém tem perguntas é porque entenderam todo o Projeto;
Perguntar sobre os tópicos que considero mais difíceis de entendimento;

10) Gosto mais de Falar do que Ouvir:
Raramente;
Muitas Vezes;
Quase sempre;
Sempre;

11) Uma reunião é interrompida bruscamente, você estava expondo um Projeto de grande impacto para o negócio, como conduz:
Aproveito a interrupção e faço um momento de 'lazer';
Continuo a reunião após a interrupção sem falar no assunto;
Fico constrangido sem saber exatamente o que fazer;
Considero que meu tempo terminou;

12) Costumo me concentrar nos pontos principais da negociação e procuro anotar o que não compreendi:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

13) Se alguém conversa com você e não olha diretamente nos olhos fica com a impressão que:
O interlocutor pode ser mentiroso;
Ele certamente tem medo;
Ele pode ser tímido;
Nem penso sobre isto;

14) Gosto mais de fazer perguntas do que dar respostas:
Raramente;
Muitas Vezes;
Quase Sempre;
Sempre;

15) Quando os argumentos são mais importantes que os fatos:
Nunca;
Às Vezes;
Frequentemente;
Raramente;


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