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Home Análise Setorial TI não é commodity

TI não é commodity

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Muitas organizações não precisam de um fornecedor de TI, mas sim de um parceiro estratégico que entenda as regras de negócio da indústria na qual ele está inserido.

É fato que o mercado brasileiro é muito dinâmico e grande demandante de serviços de TI. Os dados mais recentes, divulgados pela Brasscom em estudo elaborado pela consultoria IDC, mostram que o mercado como um todo cresceu 11,3% em 2011 e movimentou US$ 103 bilhões. O mesmo patamar de dois dígitos foi alcançado pelas áreas de software (US$ 6,2 bilhões) e serviços (US$ 14,7 bilhões).

Os gastos totais das empresas com TI (incluindo hardware, software e serviços) totalizaram US$ 42 bilhões, o que correspondeu a uma elevação de 17% no ano. Esse montante, em parte, é resultado do maciço investimento empregado pelas multinacionais, que tradicionalmente destinam uma parte considerável de seu budget para a manutenção de seu parque de aplicações e para a adoção ou experimentação de novas tecnologias. Mas observamos também um fenômeno interessante no Brasil, o movimento de médias e grandes empresas familiares, em geral com receita acima dos US$ 500 milhões, que agora começam a investir fortemente em tecnologia e processos de gestão.

Essas empresas, que na maior parte das vezes ainda têm o dono à frente do negócio, tiraram proveito das inúmeras oportunidades geradas pelo crescimento econômico brasileiro nos últimos dez anos e das dificuldades enfrentadas por potências globais frente às diversas crises financeiras ocorridas nesse período. Essas companhias prosperaram, começaram a exportar, abriram mercados e, agora, partem para uma nova etapa de suas vidas.

Nesse aspecto, a TI torna-se fundamental para ajudar essas organizações a construírem um projeto de governança, com processos bem estruturados, controle e planejamento financeiro, integrado a um sistema de gestão eficaz, políticas claras de segurança e compliance. Ou seja, é necessário evoluir para alçar voos ainda maiores, seja abrir capital, internacionalizar as operações, receber aportes de fundos de investimentos ou mesmo se fundir com grandes grupos internacionais.

Organizações com este perfil não precisam de um fornecedor de TI, mas sim de um parceiro estratégico que entenda as regras de negócio da indústria na qual ele está inserido, que possa efetivamente prestar uma consultoria sobre o melhor caminho a seguir, os prós e contras de cada tecnologia, tempo e esforços necessários para obtenção do ROI etc. Antes de tudo é preciso entender a cultura da empresa, seus processos, sua rotina e, claro, seus problemas.

A TI não pode ser vista como commodity, mas sim como um aliado importante do CEO. Isso mesmo, cada vez mais não apenas o CIO, mas todo o corpo diretivo das organizações está diretamente envolvido com os projetos de TI pelo simples fato do impacto (positivo ou negativo) que eles podem causar na atividade principal da organização. O conhecimento técnico e a capilaridade são relevantes, mas devem estar associados à presença física e ao conhecimento do mercado local.

As recentes reduções na taxa básica de juros e a desvalorização do real vêm criando condições mais vantajosas para que as empresas expandam seus negócios no Brasil. Os financiamentos estão mais baratos e isso aumentou a confiança das instituições para investir. Na outra ponta, o consumidor tem acesso a crédito com juros menores, estímulos pela redução de impostos para determinados setores e grande oferta de empregos. O Brasil, a exemplo de outras nações emergentes, está no radar dos principais investidores globais e a profissionalização da gestão é um passo inerente para quem não quer ser apenas “mais um” na multidão. Devemos estar preparados para atender esse contingente de empresas que, assim com o Brasil, avançam para um novo patamar de crescimento.

*Frederico Vilar é presidente da Neoris Brasil

 

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1) Durante uma reunião, necessito fazer uma observação sobre um comentário de um interlocutor. Minha primeira atitude é:
Esperar o interlocutor terminar de falar e aí sim eu faço meus comentários;
Pedir uma pausa e fazer meus comentários em cima do que foi dito;
Esperar o melhor momento para fazer os meus comentários;
Fazer meus comentários prontamente;

2) Decido tudo porque tenho uma ótima capacidade de percepção e expressão:
Raramente;
Muitas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

3) O acionista principal não compareceu à reunião de apresentação do "Projeto" de sua responsabilidade. Qual a sua postura diante da ocorrência:
Tenta remarcar a reunião, entendendo que a participação dele é imprescindível;
Toca a reunião com os demais, lamentando a ausência do acionista;
Busca compreender a situação e solicita uma outra opinião antes de prosseguir;
Considera importante rever a continuidade da reunião;

4) Quando sou contrariado em alguma opinião de valor, costumo ter o seguinte comportamento:
Fico calado e não deixo transparecer para os demais que não gostei;
Procuro entender a opinião diferente e contesto com meus argumentos;
Procuro saber se mais pessoas na reunião pensam daquela maneira e aí sim coloco a minha opinião sobre o mesmo assunto;
Dificilmente sou contrariado em alguma opinião de valor;

5) Argumentos embasados na hora da negociação são fatores determinantes para o fechamento:
Raramente;
Muitas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

6) Se o interlocutor gesticula muito enquanto fala, tenho dificuldades de identificar o que está sendo dito:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

7) É sua 1ª reunião com a equipe que aprovará seu Projeto. Um dos participantes demonstra total desinteresse no Projeto. Sua atitude primeira é de:
Pedir-lhe a atenção, já que é o único desinteressado;
Saber as razões do seu total desinteresse;
Convidá-lo de maneira educada a participar junto de sua equipe;
Desconsidero o desinteresse e prossigo na apresentação;

8) Demonstro entendimento sobre o que está sendo tratado através de sinais afirmativos:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

9) Após uma apresentação de duas horas referente a um Projeto, não tenho certeza se todos os participantes compreenderam. Minha atitude é:
Solicitar aos participantes falarem dos tópicos para me certificar da compreensão;
Lançar algumas perguntas pertinentes ao assunto checando a compreensão;
Se ninguém tem perguntas é porque entenderam todo o Projeto;
Perguntar sobre os tópicos que considero mais difíceis de entendimento;

10) Gosto mais de Falar do que Ouvir:
Raramente;
Muitas Vezes;
Quase sempre;
Sempre;

11) Uma reunião é interrompida bruscamente, você estava expondo um Projeto de grande impacto para o negócio, como conduz:
Aproveito a interrupção e faço um momento de 'lazer';
Continuo a reunião após a interrupção sem falar no assunto;
Fico constrangido sem saber exatamente o que fazer;
Considero que meu tempo terminou;

12) Costumo me concentrar nos pontos principais da negociação e procuro anotar o que não compreendi:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

13) Se alguém conversa com você e não olha diretamente nos olhos fica com a impressão que:
O interlocutor pode ser mentiroso;
Ele certamente tem medo;
Ele pode ser tímido;
Nem penso sobre isto;

14) Gosto mais de fazer perguntas do que dar respostas:
Raramente;
Muitas Vezes;
Quase Sempre;
Sempre;

15) Quando os argumentos são mais importantes que os fatos:
Nunca;
Às Vezes;
Frequentemente;
Raramente;


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