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Home Pesquisas Marcas ainda erram no relacionamento nas redes sociais

Marcas ainda erram no relacionamento nas redes sociais

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Pesquisa revela que, mais do que receber conteúdo, usuários desejam interagir com as marcas.

Conscientes da importância das redes sociais como canal de relacionamento estratégico das marcas com o consumidor, as empresas estão investindo cada vez mais em ferramentas como Facebook e Twitter. No entanto, ainda há um longo caminho a ser trilhado para que essa comunicação seja, de fato, eficiente.

Esse é o resultado da pesquisa realizada entre os meses de abril e maio pela Hi-Mídia, rede de verticais premium do país pertencente à holding digital do Grupo RBS, e pela M.Sense, empresa especializada em estudos sobre o mercado digital.

Nas redes sociais, os consumidores querem interagir com as marcas e não receber apenas o seu conteúdo. 87% dos entrevistados consideram que, pior do que ter um problema com a marca, é tentar contato através das redes sociais e não obter resposta. Já 76% dos pesquisados preferem curtir, seguir e se relacionar com marcas com as quais consigam interagir, como aquelas que postam perguntas com o objetivo de incentivar a participação do usuário.

“Na estratégia de relacionamento com o consumidor, as empresas não podem mais abrir mão do investimento nas redes sociais, porém é necessário que as marcas aprendam como devem se comportar na abordagem com o cliente”, afirma Bruno Maletta, sócio da M.Sense.

A pesquisa também aponta que o fator decisivo para que as empresas tenham sucesso nas redes sociais é engajar o seu consumidor com a sua marca por meio de conteúdo relevante e promoções. Postar apenas publicidade sobre produtos e serviços ou usar as redes sociais como SAC não tornam a marca útil para os consumidores e para o mercado. Para 65% dos internautas, a utilidade em acompanhar uma marca nas redes sociais está na relevância do conteúdo postado, enquanto 61% acreditam que promoções e ofertas também agregam valor.

Segundo a pesquisa, os brasileiros ainda curtem poucas marcas nas redes sociais.  Entre os usuários do Facebook, 40% curtem alguma marca, produto ou empresa. Na média, são sete empresas acompanhadas por internauta, o que pode ser considerado pouco, considerando que o ato de curtir significa apenas uma afinidade com a marca, e não fidelidade. No Twitter, o percentual de usuários que seguem uma marca, produto ou empresa sobe para 50%, sendo que a maior parte tem como objetivo receber descontos e promoções.

Já o principal fator que inibe os internautas de curtir/seguir uma marca é o receio de receber uma grande quantidade de mensagens publicitárias, afirmam 52% dos usuários do Facebook e 36% do Twitter. A porcentagem de entrevistados no Facebook que não enxergam benefício na ação é de 25%, enquanto outros 25% temem pela privacidade das informações contidas no perfil. Já no Twitter, 38% dos usuários entrevistados optam por conseguir informações sobre as empresas de outras formas, e 28% dizem não encontrar marcas que valham a pena seguir. Com relação ao e-mail marketing, 50% dos respondentes têm medo de vírus e 46% deles abrem e-mails apenas de empresas nas quais possuem cadastro.

Descontos e promoções

O interesse por uma vantagem financeira, como descontos e promoções, ainda é um bom argumento, seguido somente por acesso a conteúdo ou ofertas exclusivas, para que os consumidores sigam, curtam ou se cadastrem no site de uma determinada marca, para 79% dos usuários do Facebook e 71% do Twitter.

Apesar de todos os fatores positivos no relacionamento entre internautas e marcas nas redes sociais, uma experiência ruim custaria em deixar de curtir/seguir a marca para 56% dos usuários do Facebook e 60% do Twitter.

A quantidade de posts e tweets publicitários também é de grande importância para os usuários das redes sociais. Setenta e dois por cento dos usuários do Facebook e 65% dos usuários do Twitter consideram ideal a quantidade de mensagens postadas pelas marcas que seguem. No total de posts do Facebook, os entrevistados afirmaram que gostariam de receber aproximadamente três posts por dia, fazendo com que a marca se mostre presente, porém sem se tornar irritante. Quantidade de três tweets também foi constatada como ideal no Twitter. Outro fato relevante apontado é o interesse do consumidor em receber e-mail marketing, desde que seus interesses sejam levados em consideração.

 

 

Última atualização ( Qui, 14 de Junho de 2012 11:45 )  

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Esperar o interlocutor terminar de falar e aí sim eu faço meus comentários;
Pedir uma pausa e fazer meus comentários em cima do que foi dito;
Esperar o melhor momento para fazer os meus comentários;
Fazer meus comentários prontamente;

2) Decido tudo porque tenho uma ótima capacidade de percepção e expressão:
Raramente;
Muitas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

3) O acionista principal não compareceu à reunião de apresentação do "Projeto" de sua responsabilidade. Qual a sua postura diante da ocorrência:
Tenta remarcar a reunião, entendendo que a participação dele é imprescindível;
Toca a reunião com os demais, lamentando a ausência do acionista;
Busca compreender a situação e solicita uma outra opinião antes de prosseguir;
Considera importante rever a continuidade da reunião;

4) Quando sou contrariado em alguma opinião de valor, costumo ter o seguinte comportamento:
Fico calado e não deixo transparecer para os demais que não gostei;
Procuro entender a opinião diferente e contesto com meus argumentos;
Procuro saber se mais pessoas na reunião pensam daquela maneira e aí sim coloco a minha opinião sobre o mesmo assunto;
Dificilmente sou contrariado em alguma opinião de valor;

5) Argumentos embasados na hora da negociação são fatores determinantes para o fechamento:
Raramente;
Muitas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

6) Se o interlocutor gesticula muito enquanto fala, tenho dificuldades de identificar o que está sendo dito:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

7) É sua 1ª reunião com a equipe que aprovará seu Projeto. Um dos participantes demonstra total desinteresse no Projeto. Sua atitude primeira é de:
Pedir-lhe a atenção, já que é o único desinteressado;
Saber as razões do seu total desinteresse;
Convidá-lo de maneira educada a participar junto de sua equipe;
Desconsidero o desinteresse e prossigo na apresentação;

8) Demonstro entendimento sobre o que está sendo tratado através de sinais afirmativos:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

9) Após uma apresentação de duas horas referente a um Projeto, não tenho certeza se todos os participantes compreenderam. Minha atitude é:
Solicitar aos participantes falarem dos tópicos para me certificar da compreensão;
Lançar algumas perguntas pertinentes ao assunto checando a compreensão;
Se ninguém tem perguntas é porque entenderam todo o Projeto;
Perguntar sobre os tópicos que considero mais difíceis de entendimento;

10) Gosto mais de Falar do que Ouvir:
Raramente;
Muitas Vezes;
Quase sempre;
Sempre;

11) Uma reunião é interrompida bruscamente, você estava expondo um Projeto de grande impacto para o negócio, como conduz:
Aproveito a interrupção e faço um momento de 'lazer';
Continuo a reunião após a interrupção sem falar no assunto;
Fico constrangido sem saber exatamente o que fazer;
Considero que meu tempo terminou;

12) Costumo me concentrar nos pontos principais da negociação e procuro anotar o que não compreendi:
Raramente;
Algumas vezes;
Quase sempre;
Sempre;

13) Se alguém conversa com você e não olha diretamente nos olhos fica com a impressão que:
O interlocutor pode ser mentiroso;
Ele certamente tem medo;
Ele pode ser tímido;
Nem penso sobre isto;

14) Gosto mais de fazer perguntas do que dar respostas:
Raramente;
Muitas Vezes;
Quase Sempre;
Sempre;

15) Quando os argumentos são mais importantes que os fatos:
Nunca;
Às Vezes;
Frequentemente;
Raramente;


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