Para 43% dos entrevistados, uso afeta negativamente a produtividade.
Trabalhadores demonstraram estar preocupados com a disseminação da mÃdia social no trabalho. É o que aponta a pesquisa Kelly Global Workforce Index (KGWI), um estudo anual conduzida pela Kelly Services. Quase 170 mil pessoas de todas as gerações em 30 paÃses, incluindo nas regiões das Américas, APAC e EMEA, participaram da pesquisa.
Para 43% dos entrevistados, o uso da mÃdia social afeta negativamente a produtividade, com as gerações mais velhas e quem vive nas Américas mais preocupadas com o efeito na produtividade. Já 47% dos trabalhadores também demonstraram preocupação com a mistura das conexões pessoais com as profissionais (na mÃdia social) que possa trazer problemas para o local de trabalho.
A localização geográfica e a idade têm um significado substancial na forma como a mÃdia social é adotada como parte da cultura do local de trabalho. Em todo o mundo, 30% dos funcionários acham ser aceitável o uso de mÃdias sociais para fins pessoais no local de trabalho. Esse número é de 48% na APAC, 30% na EMEA e apenas 16% nas Américas.
Dentre as gerações, 36% da Geração Y acha aceitável o uso da mÃdia social para fins pessoais no local de trabalho, contra 30% na Geração X e 19%  dos Baby Boomers.
Os resultados também revelaram que 24% acham ser aceitável compartilhar opinião sobre o trabalho com amigos e colegas nas mÃdias sociais. Este Ãndice é mais alto na APAC, onde 36% aprovam, seguido 22% na EMEA, e 17% nas Américas.
Um total de 12% dos respondentes tiveram que parar de usar mÃdias sociais no trabalho. Nas Américas, 6% tiveram que parar, enquanto o EMEA teve Ãndice de 13% e 18% na APAC.
Segundo a pesquisa, mais de um quarto (30%) dos entrevistados tendem a pesquisar trabalhos mais na mÃdia social do que em métodos tradicionais, tais como jornal, boletim de trabalho online e firmas de recrutamento. Este Ãndice é mais alto na região APAC (47%), comparado com as Américas (26%) e EMEA (24%).





