O Scip - Strategic and Competitive Intelligence Professional, em parceria com a IBC/Informa Group, realizou em São Paulo a segunda edição do Latin America Competitive Intelligence Summit , do dia 05 a 07 de outubro.
A conferência teve como Keynote Speakers Leonard Fuld, um dos pioneiros em Inteligência Competitiva, Eduardo Flores Bermúdez (Presidente da SCIP e Executivo da Bayer- Alemanha) e Paulo Gustavo Franklin de Abreu, da Embraer. O encontro contou também com a participação de 11 palestrantes internacionais do México, Índia, Malásia, Canadá, EUA, Argentina e profissionais do Brasil.
O Portal Meta-Análise fez a cobertura do evento e relata nas matérias a seguir alguns dos principais pontos abordados no encontro.
Para Leonard Fuld, presidente da Fuld & Company, conhecer a cultura do tomador de decisão é fundamental no momento de transmitir análises e estratégias.
“O brasileiro gosta de falar, por isso fica mais fácil realizar a pesquisa primária”, afirma Victor Aguilar, diretor da Marketing One.
Atualização e linguagem ampla são alguns dos pontos-chave descritos pelos vices presidentes sênior da Kaiser Associates.
“Solicitar e obter informações nunca foi tão fácil”, afirma Arun Jethmalani, diretor executivo da ValueNotes.
Para Eduardo Florez Bermúdez, especialista em Inteligência Competitiva da Bayer Schering Pharma AG, planejamento e objetivo alinhados são fundamentais para a Inteligência Competitiva.
Sustentabilidade, nova postura do tomador de decisão e mundo 2.0 são alguns dos fatores que irão ditar a nova realidade de IC.
Para Adrian Alvarez, da Midas Consulting, a grande dificuldade de detectar fraquezas acontece por falta de humildade das empresas.
O perfil engenheiro é aquele que acredita que a resposta já existe no ambiente; já para o arquiteto, o que existem são perspectivas.
Para Alex Leite, CEO da Lafis, a relevância dessas cadeias está na identificação de ameaças e gargalos, o que enriquece a gestão estratégica de riscos.
Para Fernando Domingues Jr, da Mentor Consulting, para se construir uma rede a estrutura da organização deve priorizar a cooperação e as informações não devem ser centralizadas.







