Construtora adquiriu a solução Oracle E-Business Suite em 2008 e a mesma é utilizada no Brasil e em outros 20 países onde têm subsidiárias.
Decisão de customizar produtos é do cliente, afirma a Oracle. De acordo com a diretora senior do E-Business Suite, Nadia Bendjedou, essa decisão deve ser pensada e analisada com cautela. “Se você mexer no core da sua solução, e não analisar anteriormente pode ter problemas com os próximos releases”, explicou.
Durante a quarta edição do Oracle OpenWorld, a executiva ainda afirmou que o E-Business Suite pode não ser a solução certa para determinadas empresas, por isso deve-se analisar os negócios friamente.
A solução é um conjunto de aplicativos de negócios que permite o cliente gerenciar as interações com os clientes, fabricar produtos, fazer remessa de pedidos, dentre outras funções.
Case de sucesso
A construtora Odebrecht apresentou seu case de sucesso e falou do projeto de crescimento que a empresa lançou em 2008. “Estima-se que em 2020, a empresa cresça até dez vezes mais o seu tamanho”, disse Dário Meneghel, líder da equipe DBA/AGT/Middleware. Segundo o executivo, a construtora conta com as soluções Oracle na área de Informações gerenciais, Pessoas e Organização, Recursos Humanos e outras. Além dessas soluções, a Odebrecht também utiliza o UPK para treinar os novos contratados da empresa.
De acordo com Gilson Franco Cavalcante, líder de Supply Chain, a premissa para o Projeto, implementado há dois anos, era a customização zero. “Nenhuma modificação foi feita nas soluções Oracle, trabalhamos com o produto do jeito que ele foi entregue”.
A construtora utiliza a solução E-Business não só no Brasil, mas também em outros 20 países onde mantém subsidiárias, como EUA, Portugal, Angola, Peru, Equador, Venezuela, Emirados Arábes, Líbia e Djibuti.
“Em uma implementação muito grande, para uma empresa como a Odebrecht que atua em vários segmentos, não tem como você customizar e modificar tudo”, finaliza Cavalcante.







